Criação de novas províncias garante mais serviços públicos

A nova Divisão Político-Administrativa (DPA) e a consequente criação de novas províncias vai garantir o surgimento de novos serviços públicos em toda a extensão do Planalto Central e reduzir as assimetrias locais, prevêem as autoridades tradicionais da província do Huambo, noticiou o jornal de Angola.

O rei do Bailundo, Tchongolola Tchongonga Ekuikui VI, acredita que a nova divisão do país, além de trazer um maior desenvolvimento e garantir melhor controlo do território nacional, ajuda a acabar com as assimetrias e resolve os problemas mais candentes que ainda afligem a população, sobretudo às do meio rural.

O soberano da Ombala Yo Mbalundu disse que o processo, já em vigor, deve merecer o envolvimento de todas as forças vivas da sociedade, para que se identifiquem com o que falta no seio das comunidades, tendo em vista o bem-estar social.

Ekuikui VI explicou que os munícipes do Bailundo estão felizes e abraçaram, com satisfação, a implementação do projecto, em virtude de visar uma governação participativa.

Para o rei do Huambo, Artur Mosso, a iniciativa do Executivo é louvável, destacando que com a nova Divisão Político-Administrativa muitas das dificuldades que afligem a população do meio rural serão resolvidas em tempo oportuno, sobretudo por se estar mais próximo dos serviços administrativos.

Por sua vez, o director do Gabinete Provincial dos Registos e Modernização Administrativa, Abel Lucamba, mostrou-se convicto de que a nova divisão administrativa do país vai, de certo modo, permitir o desenvolvimento harmonioso da população nas comunidades, ao estarem mais próximos dos serviços sociais básicos administrativos do Estado.

Os cidadãos, salientou Abel Lucamba, vão ter maior facilidade no acesso aos serviços da Educação, Saúde, Energia e Águas, vias rodoviárias, Agricultura e outros projectos sociais, que se vão reflectir na melhoria da qualidade de vida.

A elevação das comunas a municípios, acrescentou o responsável, traduz-se num importante passo para a descentralização do poder local, tendo manifestado que a proposta do Executivo angolano mereceu a contribuição de toda a sociedade, de forma aberta e clara, para se identificar os problemas da população.

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