ONU: Angola defende promoção da tolerância

A representante permanente de Angola junto das Nações Unidas e demais Organizações Internacionais em Genebra (Suíça), Margarida Izata, defendeu, segunda-feira, a promoção da tolerância, através de currículos escolares a todos os níveis de ensino.

Ao intervir no painel da 51ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, a diplomata observou que tal desiderato constitui condição fundamental para se poder garantir a construção de sociedades inclusivas e equilibradas”.

O painel da 51ª sessão do Conselho de Direitos Humanos foi dedicado ao tema “racismo, discriminação racial, xenofobia e formas afins de intolerância”, no seguimento e implementação da declaração de Durban e do programa de acção dedicado aos “povos de ascendência africana”.

Margarida Izata assegurou, na ocasião, que Angola está alinhada com a declaração do grupo africano e, ao mesmo tempo, elogiou o grupo de trabalho por partilhar a sua preocupação pelo facto de a discriminação racial continuar a prejudicar pessoas de ascendência africana.

A diplomata angolana junto da ONU, em Genebra, tomou boa nota sobre os desenvolvimentos observados para prevenir o racismo e a discriminação racial enfrentados por pessoas de origem africana em Portugal, membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

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