Macau promove produtos dos países de língua portuguesa no norte da China

As autoridades de Macau anunciaram hoje que vão levar 28 empresas locais, incluindo várias que vendem produtos dos países de língua portuguesa, a uma actividade de promoção no norte da China, a começar nesta quinta-feira.

O Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) disse, em comunicado, que a Semana de Macau em Tianjin vai decorrer entre 31 de Agosto e 04 de Setembro, numa popular rua pedonal da cidade situada próximo de Pequim.

A actividade vai incluir uma área de exposição e vendas, com produtos provenientes dos nove países de língua portuguesa, entre os quais bebidas alcoólicas, café, produtos de saúde e de higiene pessoal, referiu o IPIM.

Além de poderem adquirir produtos lusófonos, os visitantes poderão participar em jogos cujos prémios incluem “guloseimas dos países de língua portuguesa e presentes de estilo português”, acrescentou na mesma nota.

Durante a Semana de Macau em Tianjin vão decorrer ainda sessões de transmissão ao vivo, nas redes sociais, com celebridades chinesas da Internet, durante as quais os cibernautas poderão encomendar produtos lusófonos, adiantou o IPIM.

O instituto vai montar também um espaço para promover “o papel de Macau como plataforma de serviços para a cooperação empresarial entre a China e os países de língua portuguesa”.

Em 01 de Setembro, o IPIM vai realizar uma sessão de bolsa de negócios que irá reunir empresários de Tianjin e de Macau, incluindo uma mostra de produtos dos países lusófonos e degustação de comida e bebida.

Há vários anos que o Governo de Macau tem defendido a necessidade de apostar na prestação de serviços financeiros entre a China e o bloco lusófono, para diversificar a economia da região administrativa especial chinesa, muito dependente do turismo.

Também a Direção dos Serviços de Turismo (DST) vai realizar uma semana de promoção de Macau em Tianjin, com um festival gastronómico, entre 31 de Agosto a 10 de Setembro, num hotel da cidade chinesa.

Dois chefes de cozinha do território prepararam vários pratos portugueses e macaenses, disse a DST, referindo-se à gastronomia, considerada a primeira cozinha de fusão do mundo, da comunidade euro-asiática, com muitos lusodescendentes e raízes em Macau.

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