FMI manifesta optimisto com a aprovação do Fundo Soberano de Moçambique

Fundo Monetário Internacional considera que a aprovação do Fundo Soberano de Moçambique foi “um passo importante” para garantir uma gestão transparente e sólida da riqueza dos recursos naturais.

Segundo a Forbes África Lusófona, o Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que a aprovação, pelo parlamento, do Fundo Soberano de Moçambique (FSM) como “um passo importante” para garantir uma gestão transparente e sólida da riqueza dos recursos naturais.

“Foi um passo importante para garantir uma gestão transparente e sólida da riqueza dos recursos naturais”, lê-se num comunicado em que a organização financeira anuncia a aprovação da terceira avaliação ao plano de assistência a Moçambique, que permitirá o “desembolso imediato” de uma nova tranche, de 60,7 milhões de dólares, para apoio orçamental ao país.

De acordo com a Lusa, o FMI defende serem necessários “esforços contínuos de consolidação orçamental” para reduzir as necessidades de financiamento e conter as vulnerabilidades da dívida. “Com as expectativas de inflação bem ancoradas, uma política fiscal mais restritiva, e um fraco crescimento não mineiro, há margem para uma flexibilização gradual da política monetária”, advoga.

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, promulgou, há dias, a lei que cria o FSM, aprovada em Dezembro no parlamento, segundo anúnciou feito nesta Segunda-feira, 08, pela Presidência da República.

Recorde-se que, a 15 de Dezembro último, o parlamento moçambicano aprovou a criação do Fundo Soberano de Moçambique com receitas da exploração de gás natural, que na década de 2040 deverão chegar a 6 000 milhões de dólares anuais, apesar das críticas generalizadas da oposição, que duvida da gestão que será dada ao mesmo.

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