Eleições gerais contam com dois mil observadores

Dois mil observadores nacionais e estrangeiros estão desde ontem habilitados a seguir os passos das eleições gerais de 24 de Agosto, depois de terem sido acreditados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).

O processo eleitoral conta com a participação de sete partidos e uma coligação de partidos políticos, nomeadamente MPLA, UNITA, PRS, CASA-CE, FNLA, PHA, P-JANGO e APN.

As eleições deste ano  terão, pela primeira vez, a participação dos angolanos na diáspora, são as quintas da história de Angola, depois das de 1992, 2008, 2012 e 2017.

São esperados 14,399 milhões eleitores, dos quais 22.560 no estrangeiro.

Das 18 províncias, Luanda, Huíla, Benguela e Huambo continuam a ser as quatro maiores praças eleitorais, perfazendo mais de metade do total de 14,399 milhões de eleitores registados.

As quatro províncias totalizam 8,211 milhões de eleitores, ou 57,2%, dos quais 4,671 milhões só em Luanda (37%), enquanto as três restantes têm cada uma acima de um milhão de cidadãos habilitados a votar.

A votação no exterior terá lugar em 12 países e 25 cidades, tais como África do Sul (Pretória, Cidade do Cabo e Joanesburgo), Namíbia (Windhoek, Oshakati e Rundu) e República Democrática do Congo (Kinshasa, Lubumbashi e Matadi).

O sufrágio anterior foi disputado, em 23 de Agosto de 2017, por seis forças políticas, com a participação de 9,3 milhões eleitores.

O MPLA venceu por maioria absoluta, com 61% dos votos, à frente da UNITA com 26,67 por cento e da CASA-CE (Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral) com 9,44 por cento.

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