Pescas: Angola possui 220 locais de desembarque e mais da metade dos cais são informais
A tutela do sector, disse a ministra das Pescas e Recursos Marinhos, está focada em organizar os locais de desembarque que tragam infra-estruturas, lotas organizadas com coisas básicas, como gelo, água, energia, conservação, inspecção sanitária, manutenção de embarcações, transporte adequado e todas as operações conexas necessárias à isntalação de uma indústria funcional.
Angola possui 220 locais de desembarque de pescado e metade destes cais operam na informalidade, refere a ministra das Pescas e Recursos Marinhos, Carmen do Sacramento Neto dos Santos, quando falava nesta quarta-feira, 6, em Luanda, na VI Conferência E&M ‘Economia Azul’.
“Estamos a falar de 115 cais informais, praias que se desembarcam e que conflituam necessariamente com outras ocupações que a nossa costa necessita”, explicou a governante, que augura melhor organização para a devida integração das infra-estruturas que servem de apoio ao cluster do mar.
A tutela do sector, disse a ministra das Pescas e Recursos Marinhos, está focada em organizar os locais de desembarque que tragam infra-estruturas, lotas organizadas com coisas básicas, como gelo, água, energia, conservação, inspecção sanitária, manutenção de embarcações, transporte adequado e todas as operações conexas necessárias à isntalação de uma indústria funcional.
‘Do Potencial Marítimo ao Fomento Industrial – Infra-estruturas Portuárias e de Transporte, Transformação e Novas Cadeias de Valor’ é o tema que norteia a VI Conferência E&M ‘Economia Azul’, que junta decisores públicos, gestores de infra-estruturas, empresários, investidores e especialistas do sector marítimo.